Plantel

Plantel Africano

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Individualidades

Nuno Pereira

Alcunha: Lobo

Sexo: Esporadicamente

Idade: 19

Localidade: Cairo, Egipto

Posição: Pescador e Galinheiro

Número:1

Reflexos, agilidade e imponência. Se houvesse um sinónimo para Nuno Lobo, este seria muito provavelmente oriundo de uma betoneira. Isto porque o titular indiscutível da baliza africana é absolutamente intransponível. Se a isso aliarmos a sua capacidade de liderança, a sua estatura e seu discurso escorreito, estamos na presença de uma pedra basilar da equipa.

Celebrizou, entre outras, a expressão «filhas da puta, pá», que constatemente debita pelos corredores dos complexos pedagógicos e, amiúde, também na cantina. Defende, em part-time, as redes do histórico Maximinense, clube satélite do Africans Team. Todavia, o que realmente nos atraiu nele foi a sua habilidade para manusear o adobe photoshop como ninguém – o que seria da nossa equipa sem aquele magnífico emblema?

Octávio Pedrosa

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Alcunha: Osvaldo

Sexo: à troi

Idade: 22

Localidade: Kigali, Ruanda

Posição: Defesa volver!

Número: 2

Conhecido entre os amigos como Osvaldo, a recente contratação para a defesa africana tem um físico capaz de fazer lembrar Marcel Desailly, a besta. O seu excelente sentido posicional aliado à experiência adquirida no profano curso de enfermagem permite-lhe efectuar cortes cirúrgicos da mais alta precisão e competência. Perito na área do saneamento, higiene e segurança, este colosso faz toda a limpeza da zona envolvente ao templo africano (vulgar baliza), varrendo tudo o que por lá aparece.

O imponente atleta trouxe ainda consigo importantes reforços para a claque africana: três fãs que não deixam de seguir o fenómeno para onde quer que vá. Fica assim, não somente reforçado o plantel africano, como também toda a sua estrutura de apoio, já que as Africonas apresentam-se também mais fortes que nunca.

Viril e redentor, este fenómeno arrasta multidões (seja homens à frente, seja mulheres que o perseguem). É sim, na verdadeira acepção da palavra, um Homem.

Pedro Avelar

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Alcunha: Topi, o Abdominável Home das Nebes

Sexo: Perguntem à Marlene

Idade: 11 (em cada perna) + 1 na 3ª

Localidade: Cidade do Cabo; África do Sul

Posição: Mordo…perdão, trinco

Número: 5

António Pedro Avelar é, sem margem para dúvidas, o mais peludo de todos os elementos do grupo. Dono de uma visão de jogo sobrenatural, Topi lê cada jogada com grande mestria e talento. Alto e possante é igualmente dotado de uma técnica defensiva que aprendeu com os vídeos que o Bruno Alves fez para a UEFA: reúne, assim, de uma assentada, a capacidade de brutalizar adversários e a de o fazer passando incólume. Além do mais este “bicho” conta por mais anos a visualização das performances de Jorge Costa o que lhe confere o estatuto de boss na nossa defesa africana.

Topi é um mito já que está sempre lá sem nunca ninguém dar por ele, um perigo para qualquer avançado…Um perigo porque Topi revelou mestria na arte de enrolar tabaco e outro tipo de substâncias, o que faz dele e de nós uma equipa ainda mais perigosa…E diz o mito que também enrola frequentemente espécimes humanóides dotados da presunção de lhe iludir os reflexos com uma bola… O que se segue a isto ninguém sabe, mas há que conte que os fuma de seguida, o que lhe alimenta a taciturna ira e o terror alheio…

Paulo Paulos

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Alcunha: Pito Saltas

Sexo: Tântrico e Virtual (de preferência)

Idade: 19

Localidade: Dakar, Senegal

Posição: De costas

Número: 6

Homónimo de si mesmo, as suas virtudes não ficam por aqui já que ainda tem a capacidade de se dobrar no plural, fazendo lembrar Nuno Gomes uma vez que joga muito bem de costas, quer para a baliza, quer para nós e transmuta-se em Petit virando defensivo, o que poderá servir de justificativo para que este partidário da águia mas militante africano tivesse rogado pela sórdida e obsoleta abonação do 6.

Tem como principal atributo as piadas xenófobas e racistas e os textos que escreve sobre as raparigas do curso. Dentro do campo é um autêntico canivete suíço pois consegue desempenhar as mais variadas funções, desde ponta de lança a ponta do banco, e quando é preciso também vai à baliza. É um elemento crucial da equipa, pois é aquele que melhor reage às más decisões de arbitragem, pese embora seja demasiado franzino para nos defender caso decidamos partir para a acção.

Revelando fabulosas características técnicas, puro destro e virtuoso, Paulo é ágil e inteligente na leitura do jogo e afirma-se como um primoroso jogador…mas na área do ténis, não do futebol.

Marcos Pereira

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Alcunha: John Fifer

Sexo: No Renault 5

Idade: 19 anos e 3 cm

Localidade: Luanda, Angola

Posição: Escuteiro

Número: 7

Marcos é a personificação do atleta africano. O seu físico esguio recorda-nos os atletas etíopes exímios nas provas de meio-fundo. O atleta africano possui – pasme-se! -, não um, não três, mas dois pulmões, e detém o recorde universitário de cigarros consumidos no decorrer de um jogo – ao todo 14, se excluirmos os dois primeiros maços.

Talvez como efeito secundário disso, Marcos não dispõe exclusivamente de um cigarro à mão rondando os lábios, intempestivo, possui também um punho bem próximo das “beixas” adversárias. Os rumores soçobram que já foram milhares os adversários que caíram às suas mãos. Porém, este é o primeiro torneio que poderá vir a arrecadar…se alguém restar para defrontar…

Todavia há uma outra face que caracteriza este africano. O seu pitoresco e exclusivo dialecto “unchense” faz dele um jogador muito carismático. Costumam confundi-lo com o Paulo, também pertencente ao plantel africano, por terem cortes de cabelo semelhantes. No entanto, após ambos baixarem as calças, foi possível constatar que as suas zonas pudendas têm penteados muito distintos.

Isaac Franco

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Alcunha: Metro-e-meiosexual

Sexo: Incomensurável

Idade: 20 ânus

Localidade: Massai… algures nas savanas africanas

Posição: Constantemente de quatro

Número: 8

Isaac é um jogador que dá nas vistas pelo seu porte. É possante, veloz e os seus remates atingem velocidades inigualáveis. A origem do nome da equipa – Africans Team – deriva, precisamente, da dimensão peniana deste indivíduo. No entanto, os inúmeros problemas de costas que o atormentam não serão impedimento para que seja uma peça fulcral no desempenho da equipa.

Dotado de um grande charme e poder de sedução, este africano é um autêntico íman de mulheres. Será graças a ele que ultrapassaremos, dentro em breve, a barreira dos 150 mil sócios. Uma coisa é garantida: ele faz a nossa claque gritar mais alto que a claque feminina do Nacional da Madeira. Depois dos jogos, claro.

Dennis Lima

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Alcunha: Pauliteiro

Sexo: Legal

Idade: 25 (ex-veado)

Posição: Açougue é talho e pimbolim é matraquilho

Localidade: Kilimandjaro, Tanzânia

Número: 9

A escola Paulista não poderia estar melhor representada. Dennis é o jogador mais possante da equipa e o esteio da defesa africana que, ainda assim, como qualquer brasileiro que se preze, não se impede de fazer algumas incursões atacantes. Fã incondicional de Scolari, de Deco e de Pepe, o número 9 da equipa africana diz idolatrar a Nossa Senhora do Caravaggio que, por conseguinte, elegemos como santa oficial da nossa equipa.Apesar de relutante, três quartos de hora de vergastadas terão bastado para chegar a acordo com a famigerada santa.

Do alto dos seus 24 anos, Dennis é o mais experiente da formação. Talvez por isso seja o único elemento da equipa que já não dorme acompanhado de um ursinho de peluche e de uma luz de presença. Além de ser o membro mais experiente da equipa, Dennis, foi também a contratação mais cara, não pela sua qualidade mas pelo seu estatuto de extracomunitário.

Miguel Machado

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Alcunha: Esteves

Sexo: 20 €

Idade: 19

Posição: Atrás e à frente, atrás e à frente…

Localidade: Deserto do Sahara

Número: 10

Miguel Machado é o playmaker da equipa. Jogador criativo, que joga, faz jogar, marca e dá a marcar. No futebol, como na cama, Esteves faz tudo se lhe pedirem com jeitinho. Como se diz na gíria futebolística, ele é pau para toda a obra: dribla com os dois pés, ultrapassa adversários em velocidade e finaliza com uma espontaneidade fora do comum. Miguel faz-se acompanhar de um fato-de-treino lilás que ganhou nas rifas da VI Mostra Anual e Enchidos de Cabeceiras de Basto.

Desde que Cabeceiras foi promovido a concelho, Miguel transformou-se numa autêntica estrela televisiva. Dos motins em carris ferroviários a aparições na Liga dos Últimos, Esteves é um autêntico emplastro à escala regional. É ainda sobrinho da dona do veículo oficial da equipa: um Fiat Punto preto de 2004, com 130 cavalos que, em dia de jogo, chega a atingir os 139.

Vítor Hugo Rigobello

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Alcunha: Xerife

Sexo: com Filet Mignon

Idade: 23

Localidade: Antananarivo, Madagáscar

Posição: Ponta de mesa (qualquer uma)

Número: 12

Rigobello – vocábulo afrikaan que em português significa “jogo bonito”. Este furacão do futsal chegou aos Africans numa noite de nevoeiro, qual D.Sebastião. Desadaptado nas terras frias da Rússia, ao serviço do Spartak, RG12 foi resgatado para mostrar o seu talento ao serviço de África, em terras onde se poderá sentir (ainda mais) o seu calor. Raça, mestria técnico-táctica, explosão no um para um, potência, acerto no remate e ainda beleza manifesta, são alguns dos geniais atributos deste completo atleta.

Com uma vasta experiência em diversos campeonatos europeus, este portento de força e agilidade promete destruir os adversários e arrasar com as bancadas da nave da UM. É assim a cereja no topo do bolo, o diamante em cima do anel, a correia de distribuição que fará da máquina africana uma mancha avassaladora.


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Mais que um continente,

mais que futebol,

mais que uma equipa,

mais que a dos outros:

- Um contingente declamadamente assumido à conquista do troféu! (a haver)

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