O ‘Post’ mais esperado de sempre: CAMPEÕES!

Mais que um continente,

mais que futebol,

mais que uma equipa,

mais que a dos outros:

- Um contingente declamadamente assumido à conquista do troféu! (a haver)

De facto, não houve troféu (para não variar). Vencer a Liga CC é um estado de espírito e não uma conquista material. É subir ao Olimpo de CC (dever-lhe-emos chamar ICS ?)  e deixar uma marca no corredor da fama desta prestigiada Liga. Diríamos que fez-se justiça: ganhou a equipa mais unida, mais experiente, mais competitiva e mais solidária. É um prémio justo para os CAMPEÕES INVICTOS, que faria inveja à equipa de ‘rugby’ do filme de Clint Eastwood!

Suspeita-se de uma cabala contra a nossa equipa, o árbitro corrompido não aparecia no jogo e Pereirinha  foi assolado por um misterioso ataque de sanguessugas que o pôs sobre brasas, impedindo-o de dar o seu contributo na final. Também o retornado Topi foi raptado e mantido a pão e água no Porto. Stevens teve um suspeito ataque de lombrigas no dia anterior, mas recuperou a tempo e  Paulo’s viu-se a contas com uma indisposição no início do jogo.

Tudo isto são razões que nos levam a acreditar que alguém tentou pôr a equipa africana fora-de-jogo, mas nada disto foi suficiente para travar a equipa negra. Uma entrada-relâmpago na partida, a táctica de excelência que surpreendeu tudo e todos nesta temporada, colocou os negros na frente do marcador, pelo indisposto Paulo’s, que mesmo a ver a dobrar teve o discernimento de efectuar um túnel ao guardilla adversário. A nossa equipa, conste-se, jogava a final sem ninguém para substituir, apenas com 5 elementos. Os bravos heróis transportaram no peito a força da mística e do passado africano e nada os parou na marcha triunfante rumo ao título. A Squadra ainda deu luta dando a volta ao marcador, porém, um choque frontal entre Isaac e um elemento da equipa adversária, que resultou somente na lesão do adversário (obviamente, é a vantagem de ser homem) deram o ânimo necessário à formação negra para reagir por Isaac, isto depois de Lobo ter negado por diversas vezes que os italianos dilatassem a vantagem.

E a partir daqui, só deu Africans. Isaac, o homem do jogo, juntou um Hattrick à lista de contribuições do jogo, isto depois de Stevens ter dado a volta ao marcador e até houve tempo para Abílio dizer que “sim” a mais um golo e trocar com Lobo na baliza. O 3º golo da Squadra já nem entra para as contas de uma história à qual só faltava o ponto final. 6-3! Um resultado que ganha um novo sentido no panorama do futebol nacional.

No final do encontro, as “luzes da ribalta” apontaram para nós, tão intensas e brilhantes como a nossa carreira, e pintaram a dourado a estrela central do nosso emblema: era a estrelinha de campeão, mais fausta e orgulhosa que nunca exibindo-se  e cintilando nos peitos nobres e espadaúdos  de masculinas africanas gentes.

A todos fica uma congratulação pela magnífica campanha: a Lobo, a Topi, a Paulo’s, a Pereirinha, a Isaac, a Stevens e ao Abílio: os sete novos Campeões CC!

P.S. _ A direcção africana relembra ainda os jogadores que ajudaram a construir esta história em épocas passadas:o ‘cara’ Dennis Lima, Vítor Hugo Rigobello e Octávio Pedrosa, este título também é vosso!

E às desaparecidas africonas, das quais sentimos muita falta… ;)

  1. #1 by Ana Cunha on Dezembro 18, 2010 - 4:08 pm

    Enquanto africona, os meus parabéns meus queridos :D

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