Arquivo de Dezembro, 2010

O ‘Post’ mais esperado de sempre: CAMPEÕES!

Mais que um continente,

mais que futebol,

mais que uma equipa,

mais que a dos outros:

- Um contingente declamadamente assumido à conquista do troféu! (a haver)

De facto, não houve troféu (para não variar). Vencer a Liga CC é um estado de espírito e não uma conquista material. É subir ao Olimpo de CC (dever-lhe-emos chamar ICS ?)  e deixar uma marca no corredor da fama desta prestigiada Liga. Diríamos que fez-se justiça: ganhou a equipa mais unida, mais experiente, mais competitiva e mais solidária. É um prémio justo para os CAMPEÕES INVICTOS, que faria inveja à equipa de ‘rugby’ do filme de Clint Eastwood!

Suspeita-se de uma cabala contra a nossa equipa, o árbitro corrompido não aparecia no jogo e Pereirinha  foi assolado por um misterioso ataque de sanguessugas que o pôs sobre brasas, impedindo-o de dar o seu contributo na final. Também o retornado Topi foi raptado e mantido a pão e água no Porto. Stevens teve um suspeito ataque de lombrigas no dia anterior, mas recuperou a tempo e  Paulo’s viu-se a contas com uma indisposição no início do jogo.

Tudo isto são razões que nos levam a acreditar que alguém tentou pôr a equipa africana fora-de-jogo, mas nada disto foi suficiente para travar a equipa negra. Uma entrada-relâmpago na partida, a táctica de excelência que surpreendeu tudo e todos nesta temporada, colocou os negros na frente do marcador, pelo indisposto Paulo’s, que mesmo a ver a dobrar teve o discernimento de efectuar um túnel ao guardilla adversário. A nossa equipa, conste-se, jogava a final sem ninguém para substituir, apenas com 5 elementos. Os bravos heróis transportaram no peito a força da mística e do passado africano e nada os parou na marcha triunfante rumo ao título. A Squadra ainda deu luta dando a volta ao marcador, porém, um choque frontal entre Isaac e um elemento da equipa adversária, que resultou somente na lesão do adversário (obviamente, é a vantagem de ser homem) deram o ânimo necessário à formação negra para reagir por Isaac, isto depois de Lobo ter negado por diversas vezes que os italianos dilatassem a vantagem.

E a partir daqui, só deu Africans. Isaac, o homem do jogo, juntou um Hattrick à lista de contribuições do jogo, isto depois de Stevens ter dado a volta ao marcador e até houve tempo para Abílio dizer que “sim” a mais um golo e trocar com Lobo na baliza. O 3º golo da Squadra já nem entra para as contas de uma história à qual só faltava o ponto final. 6-3! Um resultado que ganha um novo sentido no panorama do futebol nacional.

No final do encontro, as “luzes da ribalta” apontaram para nós, tão intensas e brilhantes como a nossa carreira, e pintaram a dourado a estrela central do nosso emblema: era a estrelinha de campeão, mais fausta e orgulhosa que nunca exibindo-se  e cintilando nos peitos nobres e espadaúdos  de masculinas africanas gentes.

A todos fica uma congratulação pela magnífica campanha: a Lobo, a Topi, a Paulo’s, a Pereirinha, a Isaac, a Stevens e ao Abílio: os sete novos Campeões CC!

P.S. _ A direcção africana relembra ainda os jogadores que ajudaram a construir esta história em épocas passadas:o ‘cara’ Dennis Lima, Vítor Hugo Rigobello e Octávio Pedrosa, este título também é vosso!

E às desaparecidas africonas, das quais sentimos muita falta… ;)

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Um Troféu no horizonte

A Liga CC está a chegar ao fim da linha, e a comitiva africana não perdeu o comboio e segue mesmo na carruagem da frente. Para que isso fosse possível, muitas estórias aconteceram, numa campanha de sangue, suor e lágrimas, de alma e de ocorrências insólitas, entre regressos e partidas, encontros e desencontros, entendimentos e desentendimentos, coerência e absurdo, tudo se proporcionou para que os Africans chegassem à última jornada da Liga em primeiro e com o empate como requisito mínimo  para levar a Taça para o continente africano.

Eis um sumário do percurso da turma negra:

1ª Jornada: Africans 3 – 2 Squadra Azzurra

2ª Jornada: Africans 2 – 2 Mankukulas

3ª Jornada: Africans 5 – 0 FD Psicopito

4ª Jornada: Africans 5 – 1 FD Psicopito

5ª Jornada: Africans 6 – 6 Mankukulas

Depois da primeira épica vitória sobre a Squadra Azzurra, com apenas 5 elementos, Abílio disse que sim aos Africans e a turma negra recrutou assim mais um elemento. Na estreia deste, houve um jogaço na Nave entre Africans e Mankukulas que terminou empatado a 2. Seguiram-se duas vitórias sem discussão nos derby’s ante os FD Psicopitos, onde o maior destaque vai para o regresso de Topi à turma africana depois deste voltar atrás na decisão de pendurar as “sapatilhas de futsal”. Depois, novo jogo épico frente à vanguarda  de CC, os Mankukulas, que, mesmo mostrando uma maior capacidade técnica, não conseguiram suplantar uma  velha guarda de coração demasiado grande e que conseguiu dar a volta a uma desvantagem de 2 – 5 em 15 minutos com, pasme-se, Topi a assumir (e com grande classe)  as redes da baliza por troca com o habitual Keeper, o Lobo, que foi tenaz e incansável na procura pela reviravolta. E este Lobo fez mesmo o gosto ao pé, complementando um  hattrick de um diabólico Stevens e um bis de um inspirado Paulo’s com que os Africans deram a volta ao marcador: 6 – 5! No entanto, a poucos minutos do final, decisões pouco compreensivas da equipa de arbitragem permitiram um livre de 10 metros aos ainda caloiros que não enjeitaram a oportunidade de empatar, o que de nada lhes valeu, pois ficaram arredados da possibilidade de vencer a Liga, apesar de terem impedido que os africanos pusessem a mão no Troféu logo ali.

Este resultado fez sorrir a Squadra, que espreita assim a última oportunidade de chegar ao topo da Liga que, até ao momento, foi ocupada exclusivamente pelos negros. O que esta equipa procura, é, no fundo, a injustiça. E por falar em injustiça, consta-se que o RP africano, Vasco Pereira, já controlou umas encomendas à equipa de arbitragem. Porém ainda não sabemos se esta se deixará corromper. Mas era positivo se deixassem.

Assim, a embarcação africana segue em mares calmos, ciente de que a tempestade pode estar ao largo do cabo de Peniche. No entanto, na linha do horizonte já surge um troféu, e com o vento a soprar a favor, esperemos que o destino vença, que a justiça aplique de firmemente e de forma severa e que se abata sobre as cabeças dos habilidosos italianos. É tudo o que desejamos para amanhã. Isso e as africonas, histéricas, na bancada.

Texto: Infoblog

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