Africans brindam Atoladinhos com chuva de golos

No duelo pelo segundo lugar da Liga CC, os Africans venceram os Atoladinhos por 8-4, ultrapassando-os na tabela classificativa, apesar da equipa atolada contar menos uma partida.

O jogo começou com os Africans mais pressionantes, e foi para o espanto de todos que os Atoladinhos se adiantaram no marcador, com um golo estranho, marcado por Fati. A festa da equipa do 3º ano durou pouco, já que minutos depois Vítor Hugo repôs a igualdade no marcador. Ainda estavam os Atoladinhos atarantados com o petardo do número 12 africano e já Esteves dava vantagem aos negros, que após fazer uma maldade a Pires remata colocado ao poste mais distante do guardião atolado. Os Africans continuaram a jogar ao ataque e a vantagem não foi ampliada por nítida falta de sorte. Novamente contra a corrente do jogo, Sarmento surge nas costas da defesa africana e com a classe que já lhe é habitual bate novamente o guarda-redes Lobo. O empate a duas bolas manteve-se até ao intervalo.

A segunda parte começou com os Africans a todo o gás e a criar diversas situações de golo. Vítor Hugo assinou dois golos de rajada, e a equipa galvanizou-se. Passados poucos minutos Esteves amplia a vantagem para 5-2. Como se costuma dizer na gíria futebolística, os Atoladinhos não viam passar o padeiro, e numa jogada espectacular, Marcos joga em Esteves, que toca de calcanhar para o colega isolando-o, Pereirinha não vacilou e acrescentou mais um tento aos dois que já contabilizava no torneio. Não estando satisfeitos com o 6-2 que se registava os Africans continuaram ‘em cima’ do adversário e Vítor Hugo marcou mais um golo, registando um fantástico poker. Com o resultado em 7-2, os Africans foram-se abaixo e duas falhas defensivas trouxeram os Atoladinhos novamente ao jogo. Mas o tempo de jogo estava a esgotar-se e os Africans pareciam ter acordado novamente. Numa jogada de contra-ataque, o keeper Lobo mete a bola em Esteves que passa em velocidade pelo guarda-redes Delfim, Pires ainda tentou fazer carrinho e evitar o golo, mas Esteves aplicou nova maldade ao seu editor e com toda a calma apontou mais um golo para a sua já larga conta pessoal. O jogo terminaria dentro de minutos, com os elementos de ambas as equipas satisfeitos com o resultado. Os Africans porque ganharam e jogaram bem, os Atoladinhos porque conseguiram perder ‘só’ por quatro.

A claque africana esteve novamente presente na bancada e muitos foram os gemidos ouvidos durante o jogo. Destaque negativo para Vanessa Ribeiro, massagista africana, que levou para a bancada um amigo desconhecido do plantel africano, quebrando a regra número 375 do Código de Conduta Africana. A massagista defendeu-se dizendo ter sido perseguida pelo rapaz até ao pavilhão. Admitiu ainda ter recebido propostas de outras clubes, prontamente recusadas. “Convidaram-me para dinete, mas recusei imediatamente”, confessou Vanessa. A razão para a recusa foi dada de seguida: “Nunca trocaria jovens esbeltos africanos, por dinossauros que não têm onde cair mortos”. Depois desta jura de amor eterno ao emblema africano, Vanessa foi imediatamente perdoada pelo plantel.

Miguel Machado

4 Comentários

  1. É falso que alguém tenha convidado a esbelta Vanessa para dinete. Mas estamos de portas abertas caso ela deseje mudar para um clube com C grande! Um clube vencedor, líder da prova e o mais forte…

  2. Ah! Foi preciso vocês ganharem um jogo para fazerem crónica…

  3. eu fico deveras estupefacta, ou não, quando o membro de um clube que se diz de C grande não seja homem com H grande para assumir os seus actos!
    e é por isso que eu sou Africona!porque uma equipa como os Africans é composta por Homens honrados e de carácter inabalável!
    e para que fique claro essa outra equipa apenas ganhou o jogo por praticar actos covardes e traiçoeiros contra membros da nobre equipa africana!

  4. Esclareço então que fiz um convite para pompondinete e não para dinete (as diferenças são óbvias)! O DinoFC não mente. Além do mais, exige que a massagista desta agremiação se retrate! Não somos cobardes nem traiçoeiros. Jogamos cada jogo com virilidade e vontade de vencer. Se cometemos excessos, no momento pedimos as devidas desculpas. Por algum motivo fomos a equipa com mais pontos e a melhor ao nível do fair-play!


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