Fome de bola acaba em goleada

Depois de todos os membros da equipa terem violado a famigerada caloira de Biomédica, os Africans voltaram a inflingir nova goleada, selando a passagem às meias-finais. Desta feita, a vítima foram os Coxos FC, equipa formada por atletas (mas não muito) do quarto ano, e com os quais temos muito em ComUM. O objectivo era facturar mais do que a caloira Cátia facturou no Enterro. No entanto, apenas conseguiram vencer por 6-0.

O cansaço provocado pelas festividades do Enterro e pelas presenças de alguns atletas africanos na Selecção de Ciências da Comunicação não afectou o rendimento da equipa. E os Africans nem precisaram de acelarar muito para vencer este jogo. A primeira parte foi algo disputada, com lances em que ambos os guarda-redes fizeram a diferença. O jogo arrastou-se para um nulo que, ao intervalo, mostrava que a equipa Africana ainda não havia despertado. A táctica coxeana, ultra-defensiva, estava a dar resultados.

Todavia, na segunda parte, a atitude foi muito diferente. Maior circulação de bola entre todos os elementos da equipa e algumas piadas sobre a forma física dos Coxos bastaram para irromper pelo catennacio coxeano. Foi Paulo quem se estrou a marcar no jogo e na Liga CS. Num lance de génio e de inenarrável beleza, o mais bonito dos jogadores africanos furou pela esquerda, fintou um Coxo e flectiu para o centro, disparando um remate portentoso pelo meio das pernas do guarda-redes Teixeira. Os Africans festejavam, eufóricos, enquanto Pedro Romano fazia alguns truques que aprendera nas suas aulas de patinagem artística e se queixava de estar com febre.

Foi o primeiro de uma chuva de golos que chegaria de seguida. Jogada de contra-ataque, a bola chega novamente a Paulo, na esquerda, que com um toque habilidoso de calcanhar assiste Isaac Franco para, num lance de insistência, fazer o segundo golo africano. Ainda Rui Passos Rocha estava a tirar a febre a Romano, e já se festejava novo golo africano. Marcos sai em contra-ataque, passa a Miguel que assiste para o matador da manhã bisar no encontro. Foi um jogo em que Paulo mostrou estar inspirado para exibir os seus dotes de finalizador nato.

O hat-trick não se fez esperar. Nova jogada pela esquerda e remate ao canto, batendo pela terceira vez o guarda-redes Teixeira. “Esta foi por editares os meus artigos o ano todo”, vociferou o atleta africano, antes de dar uma pirueta que deixaria o Nani corado e de sair para descansar. A avalanche goleadora estava imparável. Pouco tempo depois, jogada de Miguel pela direita, que cruza para Topi facturar o quinto golo africano. Na bancada, as poucas adeptas presentes soltavam tímidos ‘olés’. Para fechar o bouquet (ou, como diria o cara Dennis, o boquete), Miguel ainda finalizou mais um para a sua já larga conta pessoal.

No final do jogo, foi distribuída uma petição para permitir que o Marcos, o grande Pereirinha, marque um golo ainda antes do final deste torneio. Já foram recolhidas mais de 3 assinaturas. Destaque, ainda, para a ausência do nosso Relações Públicas, Vasco Pereira. Talvez por isso o resultado tenha sido tão escasso.

Texto por: Paulo Paulos

 

 

2 Comentários

  1. Pois é Paulo, tu estás de PARABÉNS!!! Grande jogo e 3 golos que sim senhor! :)
    Agora é para continuar a facturar e ganhar o torneio!

    Bjs

  2. Somehow i missed the point. Probably lost in translation :) Anyway … nice blog to visit.

    cheers, Owing!!


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