Deslealdade descomunal e o Tricórnio Dourado…

Tarde de clássico no Braga Arena, afinal os grandiosos e imponentes Africans preparavam-se para o seu terceiro jogo, desta feita, frente aos desconhecidos Dinos, uma espécie de fósseis, que já vão para o terceiro ano consecutivo sem levantar a taça, ou um simples “naco de carne” que seja.

Ainda a grande e magistral equipa dos Africans se preparava para o embate, e os gritos dos adeptos já se faziam ouvir pelo grandioso recinto do Braga Arena. Digno de um jogo épico! Mas infelizmente, os adeptos só foram contemplados com uma equipa homérica – os Africans, porque do outro lado nada se viu, senão um festival, digno e equiparável ao da equipa do Sporting em dias de maratona dos 100 metros livres no tapete verde. A vergonha de uma cabala montada para tornar o desporto rei, num ringue de “golpes baixos” e estratégicos, com o único intuito de sujar o bom-nome dos Africans, deu lugar ao que se esperava ser um exímio espectáculo.

Motivos??!! Desconheço, mas por certo a fama e o prestígio desta nobre e inigualável equipa africana, que como me parece compreensível, faz inveja a qualquer turma do 3º escalão. Presumo que a falta de qualidade futebolística da equipa adversária, foi compensada com um verdadeiro festival daquilo a que os críticos mais auspiciosos para o futuro do desporto, poderiam designar de “o Ballet dos Dinos”. O que se presenciou é merecedor de investigação, uma vez que o que deveria ser um jogo de futsal, se tornou na realidade, algo comparável ao Call Girl. Porém o mais grave nem foi a derrota dos magníficos “negros” por 3-0, mas a falta de discrição, num esquema de “sedução” e astutas manobras para prejudicar o desempenho da nossa mui Grande equipa.

Provas?? Claro que sim! Fontes?! As mais limpas e seguras, porque se pensam que os “pretos” são burros então desenganem-se! “O que as outras equipas não sabem é que nós possuímos mecanismos de detecção das mais pequenas balelas, pelo que nada nos escapa. Nenhum buraco negro foge à nossa Grande… rede!” – declarações do nosso R.P. Vasco Pereira.

Num jogo equilibrado, as maroscas adversárias foram decisivas no ditar do resultado final. Atentando às ocorrências do jogo, sublinho desde já, o facto dos Africans possuírem um extra comunitário no plantel – Dennis. Esta situação foi aproveitada pelos adversários que lhe teceram comentários em crioulo, pelo que ele não percebeu, (uma vez que está na equipa e no país à pouco tempo) e interpretou como se tratando de um acto ofensivo e provocatório, ficando destabilizado e desconcentrado no decorrer da partida. Mas os pressupostos comentários, segundo apuramos, foram na verdade acusações incriminatórias ao nosso atleta, por este ser mais bonito do que qualquer um dos jogadores adversários. Não deixa, no entanto se ser um acto condenável, que afectou o rendimento do nosso jogador, que nem dançou o samba.

A utilização de uma camisola cor-de-laranja, por um dos elementos adversários, diz bem o que são estratégias manhosas. Este acto deveria ter sido severamente punido, não só porque incitava a uma estratégia de sedução, mas, e principalmente, porque ofuscava a visão de jogo e o desempenho da nossa equipa. Contudo as incidências não ficam por aqui. No decorrer do jogo, eu próprio fui alvo de uma tentativa de sedução, após um lance no qual fui premeditadamente empurrado pelas costas, o qual não haveria de ter sido sancionado com um livre perigoso. Todavia, a questão nem foi a não sanção da falta, mas sim o facto de no momento em que esta ocorreu, ambos os árbitros estarem a ser descaradamente seduzidos, pelo que não viram nada, a não ser um atentado à saúde pública, pior que as saias da respeitada doutora Marisa. Pior do que isso, foi ainda o riso e o olhar provocadores e sedutores que me foram lançados por um dos jogadores adversários, após o momento, o que me leva a pensar que a falta foi com a intenção de me “fazer a cama”.

Como nota final, e como se não bastasse, saliento que recebemos inúmeras ameaças, uma das quais de uma mama “tricorniana”, alegando num tom agressivo e que nos deixou a cara “enleitada”, se me permitem a expressão, que caso o resultado fosse outro que não a derrota, teríamos consequências a curto prazo, como quem diz – “eu confisco-vos as bagagens e…”.

texto: Isaac Franco

1 Comentário(s)

  1. Bem, após ser citada neste post é minha obrigação repor a verdade. Enquanto pessoa integra, isenta e de bons costumes cabe-me dizer que um atentado à saúde pública é quando o Isaac se junta com alguns amigos para festas privadas pouco recomendadas.
    Essas festas revestem-se de um teor menos próprio e ilicíto parecendo um típico comboio do caloiro (não interpretar literalmente porque pode ser complicado)….
    ***


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