Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

A Torre de Pisa tem umas escadas com 296 degraus até ao topo. Este blog foi visitado cerca de 1,100 vezes em 2010. Se cada visita fosse um degrau, já teria subido a Torre de Pisa 4 vezes

 

Em 2010, escreveu 5 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 53 artigos. Fez upload de 36 imagens, ocupando um total de 1mb. Isso equivale a cerca de 3 imagens por mês.

The busiest day of the year was 3 de Novembro with 38 views. The most popular post that day was Plantel.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram facebook.com, caloirosdecc.blogspot.com, mail.live.com, dinofc.blogspot.com e nikolskynikolsky.blogspot.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por turim, paulo paulos, africans team, africans football team e o que é coxo

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Plantel Junho, 2008

2

Claque Junho, 2008
10 comentários

3

Galeria Junho, 2008
3 comentários

4

Que é coxo já nós sabíamos… Julho, 2008
3 comentários

5

Vítor Hugo: o circo está montado! Março, 2009
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O ‘Post’ mais esperado de sempre: CAMPEÕES!

Mais que um continente,

mais que futebol,

mais que uma equipa,

mais que a dos outros:

- Um contingente declamadamente assumido à conquista do troféu! (a haver)

De facto, não houve troféu (para não variar). Vencer a Liga CC é um estado de espírito e não uma conquista material. É subir ao Olimpo de CC (dever-lhe-emos chamar ICS ?)  e deixar uma marca no corredor da fama desta prestigiada Liga. Diríamos que fez-se justiça: ganhou a equipa mais unida, mais experiente, mais competitiva e mais solidária. É um prémio justo para os CAMPEÕES INVICTOS, que faria inveja à equipa de ‘rugby’ do filme de Clint Eastwood!

Suspeita-se de uma cabala contra a nossa equipa, o árbitro corrompido não aparecia no jogo e Pereirinha  foi assolado por um misterioso ataque de sanguessugas que o pôs sobre brasas, impedindo-o de dar o seu contributo na final. Também o retornado Topi foi raptado e mantido a pão e água no Porto. Stevens teve um suspeito ataque de lombrigas no dia anterior, mas recuperou a tempo e  Paulo’s viu-se a contas com uma indisposição no início do jogo.

Tudo isto são razões que nos levam a acreditar que alguém tentou pôr a equipa africana fora-de-jogo, mas nada disto foi suficiente para travar a equipa negra. Uma entrada-relâmpago na partida, a táctica de excelência que surpreendeu tudo e todos nesta temporada, colocou os negros na frente do marcador, pelo indisposto Paulo’s, que mesmo a ver a dobrar teve o discernimento de efectuar um túnel ao guardilla adversário. A nossa equipa, conste-se, jogava a final sem ninguém para substituir, apenas com 5 elementos. Os bravos heróis transportaram no peito a força da mística e do passado africano e nada os parou na marcha triunfante rumo ao título. A Squadra ainda deu luta dando a volta ao marcador, porém, um choque frontal entre Isaac e um elemento da equipa adversária, que resultou somente na lesão do adversário (obviamente, é a vantagem de ser homem) deram o ânimo necessário à formação negra para reagir por Isaac, isto depois de Lobo ter negado por diversas vezes que os italianos dilatassem a vantagem.

E a partir daqui, só deu Africans. Isaac, o homem do jogo, juntou um Hattrick à lista de contribuições do jogo, isto depois de Stevens ter dado a volta ao marcador e até houve tempo para Abílio dizer que “sim” a mais um golo e trocar com Lobo na baliza. O 3º golo da Squadra já nem entra para as contas de uma história à qual só faltava o ponto final. 6-3! Um resultado que ganha um novo sentido no panorama do futebol nacional.

No final do encontro, as “luzes da ribalta” apontaram para nós, tão intensas e brilhantes como a nossa carreira, e pintaram a dourado a estrela central do nosso emblema: era a estrelinha de campeão, mais fausta e orgulhosa que nunca exibindo-se  e cintilando nos peitos nobres e espadaúdos  de masculinas africanas gentes.

A todos fica uma congratulação pela magnífica campanha: a Lobo, a Topi, a Paulo’s, a Pereirinha, a Isaac, a Stevens e ao Abílio: os sete novos Campeões CC!

P.S. _ A direcção africana relembra ainda os jogadores que ajudaram a construir esta história em épocas passadas:o ‘cara’ Dennis Lima, Vítor Hugo Rigobello e Octávio Pedrosa, este título também é vosso!

E às desaparecidas africonas, das quais sentimos muita falta… ;)

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Um Troféu no horizonte

A Liga CC está a chegar ao fim da linha, e a comitiva africana não perdeu o comboio e segue mesmo na carruagem da frente. Para que isso fosse possível, muitas estórias aconteceram, numa campanha de sangue, suor e lágrimas, de alma e de ocorrências insólitas, entre regressos e partidas, encontros e desencontros, entendimentos e desentendimentos, coerência e absurdo, tudo se proporcionou para que os Africans chegassem à última jornada da Liga em primeiro e com o empate como requisito mínimo  para levar a Taça para o continente africano.

Eis um sumário do percurso da turma negra:

1ª Jornada: Africans 3 – 2 Squadra Azzurra

2ª Jornada: Africans 2 – 2 Mankukulas

3ª Jornada: Africans 5 – 0 FD Psicopito

4ª Jornada: Africans 5 – 1 FD Psicopito

5ª Jornada: Africans 6 – 6 Mankukulas

Depois da primeira épica vitória sobre a Squadra Azzurra, com apenas 5 elementos, Abílio disse que sim aos Africans e a turma negra recrutou assim mais um elemento. Na estreia deste, houve um jogaço na Nave entre Africans e Mankukulas que terminou empatado a 2. Seguiram-se duas vitórias sem discussão nos derby’s ante os FD Psicopitos, onde o maior destaque vai para o regresso de Topi à turma africana depois deste voltar atrás na decisão de pendurar as “sapatilhas de futsal”. Depois, novo jogo épico frente à vanguarda  de CC, os Mankukulas, que, mesmo mostrando uma maior capacidade técnica, não conseguiram suplantar uma  velha guarda de coração demasiado grande e que conseguiu dar a volta a uma desvantagem de 2 – 5 em 15 minutos com, pasme-se, Topi a assumir (e com grande classe)  as redes da baliza por troca com o habitual Keeper, o Lobo, que foi tenaz e incansável na procura pela reviravolta. E este Lobo fez mesmo o gosto ao pé, complementando um  hattrick de um diabólico Stevens e um bis de um inspirado Paulo’s com que os Africans deram a volta ao marcador: 6 – 5! No entanto, a poucos minutos do final, decisões pouco compreensivas da equipa de arbitragem permitiram um livre de 10 metros aos ainda caloiros que não enjeitaram a oportunidade de empatar, o que de nada lhes valeu, pois ficaram arredados da possibilidade de vencer a Liga, apesar de terem impedido que os africanos pusessem a mão no Troféu logo ali.

Este resultado fez sorrir a Squadra, que espreita assim a última oportunidade de chegar ao topo da Liga que, até ao momento, foi ocupada exclusivamente pelos negros. O que esta equipa procura, é, no fundo, a injustiça. E por falar em injustiça, consta-se que o RP africano, Vasco Pereira, já controlou umas encomendas à equipa de arbitragem. Porém ainda não sabemos se esta se deixará corromper. Mas era positivo se deixassem.

Assim, a embarcação africana segue em mares calmos, ciente de que a tempestade pode estar ao largo do cabo de Peniche. No entanto, na linha do horizonte já surge um troféu, e com o vento a soprar a favor, esperemos que o destino vença, que a justiça aplique de firmemente e de forma severa e que se abata sobre as cabeças dos habilidosos italianos. É tudo o que desejamos para amanhã. Isso e as africonas, histéricas, na bancada.

Texto: Infoblog

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La Squadra Nera!

Africans F.T. 3-2 Squadra Azzura

Mais um jogo que ficará para a história de um império assemelhado ao vinho do porto: os anos passam e a qualidade aumenta! Foi o regresso da Liga CC depois de um ano de hiato por quebra financeira da comissão organizadora. Todavia os novos órgãos sociais da Liga conseguiram dar um novo  ímpeto à histórica competição: um rebuçado a acompanhar o café com leite claro foram suficientes para convencer o Messias do ICS a disponibilizar uma câmara para a transmissão de jogos. Depois de ver as imagens, o órgão de comunicação social SportTV já demonstrou interesse em assegurar a transmissão dos jogos e, de repente, a Liga CC transfigurou-se na liga dos milhões com direito a genérico e tudo.

Sem querer desprestigiar o novo adágio da competição, Africans e Squadra Azzurra mediram forças no palco principal a norte da rodovia e, num jogo interessante do ponto de vista táctico, os Africans, com apenas cinco heróis em campo, puxaram dos galões e da experiência e deram um banho táctico nos azuis, que em nada fizeram jus ao seu desígnio. É caso, sim, para falar em “Squadra Nera” tal a organização defensiva e tenacidade no contra-ataque desta formação.

Equipado à Estoril de Praia, Pereirinha foi seleccionado capitão para este encontro, e talvez o peso da braçadeira lhe tenha dado o equilíbrio que lhe faltava do lado esquerdo, permitindo-lhe efectuar uma prestação irrepreensível e talvez a melhor ao serviço da equipa dos marzápios avantajados. Mais: Stevens garantiu um golo antes do jogo, mas, em tarde inspirada, o 10 deu-lhes rock como um furacão e ainda o jogo estava nos seus primórdios e já Miguel (Estebes para os amigos) tinha introduzido a bola na baliza adversária tantas vezes como Pereirinha se esquece de usar boxers por dia: duas.

A partir daí, as constantes trocas de bola entre os elementos da equipa africana deixaram os azuis confusos e sem saberem de que terra são. Como tal, não é de estranhar que tenha sido necessária a ajudinha da recente veia auto-goleadora de Isaac para que esta formação pseudo-italiana conseguisse reduzir o marcador.  Isaac disse no final do jogo que aquele desvio na trajectória da bola foi uma forma de equilibrar uma partida “que o estava a adormecer”.

Na segunda metade, registo para o primeiro golo de Paulo’s a uma equipa a sério, disferindo na passada um remate com alguma força  para o fundo das redes após passe magistral de Stevens. Estamos apostados que Pedro Sousa teria dito “olha aí” antes de Paulo’s rematar e “já está” logo de seguida. Nos festejos, Luís Freitas Lobo comentaria que “o atleta ganha aqui motivos para aspirar a sua primeira presença no Troféu Reitor”.

Até ao final do jogo os negros limitaram-se a gerir a vantagem até porque, Lobo, o estratega, já estava a fazer a gestão da equipa para o confronto entre primeiros da próxima jornada, mesmo só contando com cinco jogadores. Quando a equipa do 3º ano estabeleceu o resultado final em 3-2 já pouco havia a fazer, porque o tempo era dos Africans, nesta nova era de futebol táctico e amadurecido.

Texto: InfoBlog

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